27/02/2018

BLOGOSFERA | Q&A

O Lost Star já conta com dois anos (feitos dia 31.12.17) e dei-me conta que, embora muito no início tenha feito uma publicação sobre curiosidades da minha pessoa, nunca vos dei oportunidade de me porem as vossas questões. Ainda por cima a maior parte das pessoas que me acompanha agora não o fazia na altura, por isso achei uma ótima ideia fazer um Q&A!
Assim, durante mais ou menos uma semana poderão colocar-me questões que tenham sobre mim ou o blog, das mais triviais às menos prováveis, em anónimo ou não. Ask away!

23/02/2018

5 COISAS | que aprendi no secundário


Tal como referi numa publicação que fiz sobre o meu 12º, sinto que ao longo deste três anos aprendi muito e por isso cresci também. Portanto hoje decidi partilhar algumas das lições que me foram dadas (mais relacionadas com a escola, exames, etc) e que às vezes - mas só às vezes - gostaria de ter sabido logo no 10º ano.



São três anos em que terás a oportunidade de crescer imenso como pessoa e de viver experiências absolutamente incríveis. Por isso é ainda mais importante ser-se fiel a nós mesmos, àquilo em que acreditamos, valorizamos ou não.
Creio que assim ser-te-á possível encontrar pessoas com que te identificas e eventualmente o teu grupo de amigos.
Não tenhas medo de dizer que não por pensares que não te irão aceitar como és. E se for o caso, afasta-te porque não são pessoas que no futuro quererás na tua vida.
*( esta é uma lição que pretendo aplicar também nesta nova fase e, honestamente, durante a minha vida)




Já sei, já sei, a faculdade é muito mais exigente e pede mais do nosso tempo, etc, etc, mas como alguém que durante o secundário esteve rodeada de pessoas que se preocupavam minimamente com os testes/trabalhos, médias de entrada para a faculdade e que teve professores que desafiavam a nossa gestão de tempo, rapidamente percebi que é fácil cair para um dos lados da balança: deixarmo-nos aliciar pela diversão que as saídas com os amigos nos proporcionam e descurarmos o estudo ou ficarmos demasiado obcecados com o mesmo e quase não vermos a luz do dia sem ser para ir à escola.
Sim, é importante esforçarmo-nos e sabe imensamente bem atingir objetivos mas lembrem-se de que a saúde mental está acima de tudo isso, ainda que possa parecer secundária.




Não sei se isto é um problema apenas existente na escola onde andei mas não havia uma única pessoa que nos conseguisse esclarecer todas as dúvidas que tínhamos sobre os exames nacionais e o que estes implicavam no momento de candidatura à faculdade - havia inclusive o caso de professores diferentes a dizer coisas diferentes .
Por exemplo, durante muito tempo disseram-nos que se fôssemos a qualquer segunda fase de exames no 12º estávamos automaticamente exclúidos da primeira fase de candidaturas, o que é mentira. O que acontece é que posso utilizar o exame que fiz na primeira fase (caso seja de 12º - que foi o meu caso) em todas as fases de candidaturas mas o que realizei em segunda fase só é possível utilizar a partir da segunda fase de candidaturas (se não perceberam o que quis dizer e têm dúvidas feel free para me mandar um e-mail que posso explicar melhor). Logo, aproveitem todas as chances que têm para repetir exames uma vez que não têm nada a perder, pelo contrário.
Aconselho-vos também vivamente dois sites: Uniarea (e respetivo fórum) e Inspiring Future. Eu e os meus amigos tornámo-nos quase em experts no que toca a todas as implicações possíveis de exames na candidatura à faculdade graças a estas duas plataformas!




Infelizmente - por me ter deixado desamparada na altura - e felizmente - porque mais vale tarde do que nunca - só aprendi a sério isto na época de exames do 12º ano. Deixei os nervos levarem a melhor durante aquela que seria a minha única prova de ingresso.
Vi o plano que desenhei, que era tecnicamente perfeito e possível, ser destruído em três horas e doeu, doeu mesmo. Como é óbvio, sempre esperei imprevistos - e encontrei alguns pelo caminho -, mas este era o que não podia acontecer. Preparei-me o melhor possível para o evitar e ainda assim ele encontrou-me a mim.
O meu conselho para estas situações é: tenham o vosso momento - que considero também de extrema importância -, respirem fundo e comecem a pensar ou numa outra solução para chegar ao mesmo fim ou numa alternativa ao que tinham inicialmente pensado. Mas não desistam logo, lutem!




Mais uma vez gostaria de dar ênfase ao "informem-se" uma vez que considero ser o melhor método de modo a existirem menos chances de mais tarde descobrirem que afinal não é aquilo que querem - pode acontecer na mesma, óbvio - e de terem mais a certeza que "É mesmo isto!"
Comecem por ler testemunhos de pessoas que andam em determinados cursos e que vos dão uma ideia do que vão encontrar. Leiam de vários cursos se ainda não tiverem uma ideia concreta do que querem e vários do mesmo curso caso já tenham.
Dêem uma olhadela nos planos de estudos dos cursos que mais vos interessam em várias faculdades (uma vez que costumam variar embora o curso seja o mesmo) de modo a perceberem se a ideia que associavam ao nome do curso corresponde à realidade ou se aquelas cadeiras não vos dizem nada.
Usem e abusem também das oportunidades que a maioria das faculdades disponibiliza para que os pré-universitários possam conhecer melhor o curso e a instituição.
Seguindo estes passos, penso que quando tomarem a vossa decisão no momento da candidatura estarão conscientes de vários parâmetros essenciais, o que vos permite escolher o curso e faculdade que mais tem a ver convosco.



Independentemente da vossa escolha no final do 12º, que não tem de passar por ir para a faculdade se não é o que querem - falo desta opção porque se trata da minha experiência -, sejam persistentes, não se contentem com menos se é realmente o que querem, lutem para tornar os vossos sonhos realidade e sejam, sobretudo, muito felizes!

Caso tenham alguma dúvida não hesitem em deixar nos comentários ou de me mandar um e-mail (aloststar2809@gmail.com). Responderei com todo o gosto!


Ainda estão no secundário, já estão na faculdade ou a trabalhar? Contem-me tudo!

19/02/2018

SÉRIES | La Casa De Papel


Após muito ouvir falar desta obra prima representada em espanhol, rendi-me e fui espreitar o primeiro episódio no domingo à noite. Hoje é segunda e já vou no 7, o que, por si só, acho que diz muito. Sou o tipo de pessoa que diz "séries e filmes só em inglês e português salvas raríssimas exceções", facto que me levou a ficar imenso tempo sem começar La Casa de Papel, contudo - e nunca pensei dizer isto - até estou a começar a ficar com uma ligeira vontade de aprender a língua do nosso país vizinho.

Para quem nunca ouviu falar desta produção da Netflix - com 15 episódios e já a caminho de uma segunda temporada -, La Casa de Papel remete para um assalto brilhante e aparentemente infalível à casa da moeda espanhola. Os assaltantes não se conheciam previamente e é-lhes indicado que não usem os seus nomes, não sejam feitas perguntas sobre a vida pessoal e que não haja relações entre participantes. Tudo medidas que tornam o plano praticamente infalível teoricamente (não estivéssemos nós perante humanos).
Foram juntados pelo Professor - como lhe chamam - e durante 5 meses irão estudar e ensaiar o assalto ao mais ínfimo pormenor, com planos B e C e antecipando as manobras da polícia espanhola. Durante o desenrolar da trama é possível ver a psicologia a funcionar com a força policial a agir como tinham pensado, contudo, como seres humanos e por vezes não muito racionais que são, por mais cenários que antecipassem, nunca tudo poderia correr como queriam. Terão de lidar com as adversidades que vão aparecendo e com a pressão a que estão inevitavelmente submetidos.

Gosto de séries que demonstram a beleza do pensamento o humano, a genialidade - que pode tanto ser usada para o bem como para o mal -, que sejam quase épicas, e La Casa De Papel dá-nos isso e muito mais.
Agora parte de mim só quer que a segunda temporada chegue o mais depressa possível ao mesmo tempo que o meu eu racional me diz "Inês, começaste o segundo semestre na quinta, não te metas por caminhos apertados". Não é preciso dizer qual o lado que ganha pois não?

Já conheciam a série? Vêem?

15/02/2018

PERSONAL | Estarei eu reduzida a um número?


Gosto de encontrar textos de que não me lembro nitidamente de ter escrito porque é como fosse transportada no tempo e conseguisse ver a Inês do passado a escrevê-los. Contudo, quando encontrei este fiquei triste porque me lembro de passar por esta fase, mas só quando o li é que me apercebi do impacto negativo que na altura teve em mim. É um desabafo de uma adolescente de 16 anos cansada e ligeiramente revoltada com as regras que a sociedade impõem.
2016 e 2017 foram anos muito preenchidos e positivos em inúmeros aspectos, contudo foram também dos anos em que a minha ansiedade (sim, ansiedade, não nervosismo) esteve num dos seus picos. Pela primeira vez estava a deixar a escola afectar de forma preocupante a minha saúde mental, os primeiros exames do secundário aproximavam-se - e depois a candidatura a faculdade em 2017 -, estavam constantemente a assombrar-me o pensamento e via todos os testes como provas de fogo em que tinha de passar com distinção, custasse o que custasse. Eu - e mais ninguém - era demasiado exigente comigo.

"Está a chover e a vontade de ficar dentro da cama, no quentinho, até horas indecentes é grande, muito grande, chegando mesmo a ultrapassar a infinita lista de coisas que tenho de fazer. Quando, por fim, decido levantar-me, tomar o pequeno-almoço e ligar o computador para começar a riscar itens da minha lista dou por mim a questionar o efeito da escola na minha vida; o porquê de estar a aprender o que estou a aprender; se será que vale tudo a pena. Até que ponto é que as notas que se tiram num teste definem inteligência ou até mesmo capacidade de executar um determinado trabalho, que é para isso que a escola está a preparar-nos?

Quando era mais nova adorava a escola, sentia que perceber aquilo que me ensinavam era mais importante do que tirar uma boa nota. No entanto, principalmente com a entrada no secundário, senti uma grande mudança na maneira como se abordava a escola. Os números é que interessam, afinal são eles e apenas eles que nos vão colocar na nossa faculdade de sonho ou fazer-nos sentir como falhados por não ter conseguido. O perceber a matéria passa para segundo plano, passando o "ter boas notas para atingir uma média" a primeiro plano. Parece que o entender o que é ensinado ou até mesmo a maneira como se consegue essa média não interessa, o importante é tê-la.
Este processo deixa-me não só ansiosa durante os testes por causa do "preciso de x valores neste teste" como também faz com que me sinta reduzida a um número. Como é que a minha vida, o meu futuro pode estar reduzido a um número?"
Fevereiro.2016


Lembro-me vagamente de quando comecei a sentir-me assim, reduzida a um número, e quando comecei a perder o encanto que tinha pela escola. Foi triste, muito triste, principalmente por ser uma pessoa muito curiosa que tem um gosto enorme e intrínseco por aprender coisas novas.
Agora na faculdade, felizmente, deixei de me sentir assim. Não vou mentir, as notas continuam a afectar-me, principalmente se foi um teste ou trabalho para o qual trabalhei muito e dei muito de mim, mas tem menos efeito. Gosto mais das aulas, não me importo - gosto! - de saber mais além e deixa-me extremamente feliz perceber que estou lentamente a recuperar essa parte de mim, que já não me sinto tão reduzida a um número e não sinto a necessidade de decorar o que está num livro para depois regurgitar numa folha de papel. Voltei a gostar da escola e de aprender por si só.

12/02/2018

FOTOGRAFIA | Saal, o álbum digital


Quando soube que a Saal estava a dar a oportunidade a bloggers e pessoas ativas nas redes sociais (Facebook e Instagram) de experimentarem um dos seus produtos - álbum digital neste caso - com um código de promoção de 30 eur não pude deixar de tentar.
Adoro fotografia e, mais do que isso, de as ter em formato físico, principalmente aquelas em que estou na companhia das pessoas de que mais gosto. Assim, mandei-lhes uma mensagem a falar disso mesmo, como pediam, e aqui estou eu apenas 10 dias depois.


Gostei das instruções claras e bastante intuitivas que têm disponíveis para que o processo de criação do álbum seja o mais simples possível. Tive de começar por descarregar um programa totalmente gratuito que nos permite construi-lo, depois foi só escolher o layout de cada página e colocar lá as fotografias. Por fim, guardei o projeto e segui para a caixa onde, como habitual em compras online, tive de dar os meus dados pessoais. Para minha grande surpresa chegou a minha casa super rápido (mais ou menos uma semana). Garanto-vos que mais simples não há mesmo!


Optei por criar uma espécie de theme para cada página e não poderia estar mais feliz! Numa delas coloquei as fotos do meu baile, noutra a trip que fiz com os meus amigos à Ericeira depois da azáfama dos exames e também uma de fotos com a família. Também houve algumas em que pus exclusivamente fotos sem pessoas, como de Sintra (dos meus locais favoritos!!), de praias ou marinas em que estive este verão e também de pores de sol que eu tanto adoro.


Como sou uma pessoa que presta muita atenção aos detalhes não poderia deixar de mencionar o facto das páginas abrirem mesmo os 180º, o que nos permite - como é visível nas imagens - ver as fotografias que apanham a dobra do álbum na sua totalidade.

Para todos os amantes de fotografia, podem visitar o site da Saal aqui: www.saal-digital.pt/

Gostam da ideia? Já tinham ouvido falar da marca?


*De modo a proteger a privacidade dos meus amigos e família apenas coloquei aqui imagens do álbum em que não apareciam pessoas*
*Fotos da minha autoria, não utilizar sem autorização

09/02/2018

Há pouquíssimo tempo, a reality star Kylie Jenner teve uma filha. Este acontecimento significou pouco ou até mesmo nada para mim uma vez que não sou muito pessoa de reality shows, em específico do Keeping up with the kardashians. Contudo, a Kylie publicou um vídeo no youtube super informal - facto que realço não como crítica negativa mas por ter gostado bastante do pormenor - dos seus últimos 9 meses, período em que decidiu afastar-se das redes sociais para que possíveis elevados níveis de stress não afetassem a bebé. Fui ver o vídeo e a verdade é que adorei o modo como está feito.
Gostei do nível de informalidade, como já referi no início, que mostra aos espectadores que, embora uma celebridade, na verdade é também uma humana "normal" - pode parecer irrelevante mas é um pormenor de que as pessoas se esquecem rapidamente.
Assim, também porque gosto deste tipo de vídeos, decidi partilhar aqui no blog.


Já tinham visto o vídeo? Acompanham algum reality show?

06/02/2018

LOOKS | she's thunderstorms


Em primeiro lugar, gostaria de dizer que este é um outfit muito Inês: mom jeans, camisola de malha e, embora não seja possível ver, os meus adorados all star high top em bege (here). É simples e, como já disse, muito eu, daí ser a escolha ideal para o primeiro look que vos apresento aqui no blog.


Normalmente quando tiro fotografias planei-o e não o vejo como sendo mau. Sou capaz dar um jeito ao cabelo esticando-o ligeiramente, penso durante mais tempo sobre a roupa que vou vestir, não querendo isto dizer que não é algo com que me possam ver num outro dia qualquer (acreditem que vêem), tenho apenas algum cuidado para, por exemplo, não repetir conjuntos; para além disso sou também capaz de me maquilhar pouco ou muito - dependendo do meu tempo e paciência contudo a maioria das vezes é a primeira opção -, uma vez que é algo de que gosto e não faço tanto quanto gostaria.

CAMISOLA - pull&bear  |  CALÇAS - pull&bear  |  SAPATOS - converse
Neste dia em particular não foi um "normalmente". Fui ter com os meus amigos e acabámos por tirar algumas fotografias, que deram origem a este resultado: uma Inês não só num outfit super dentro do seu elemento como também em termos de apresentação do resto. Sem maquilhagem e o cabelo o mais natural possível.
Quando comecei a ver as fotografias já em casa reparei, olhando também para o meu feed do instagram, que isto não é algo que faça com frequência. E não é necessariamente porque me preocupo em demasia com a minha imagem - os que me conhecem sabem que não -, é uma questão de querer ter sob controlo todas as situações, o que nem sempre é bom.


Em 2018 quero ser mais espontânea, quero fazer e aceitar convites de última hora sem pensar em excesso em todas as implicações que podem ter, quero não pensar pormenorizadamente em todas todas as minhas acções, quero mais fotos com o meu cabelo natural no instagram porque isso significará que houve muitos momentos que registei só porque sim e não porque determinei que o iria fazer e quando.


*Fotos da minha autoria, não utilizar sem autorização


Que grandes objetivos têm para este ano?

03/02/2018

YOUTUBE | cut

Sou uma fã incondicional do youtube - não fosse esta rede social a minha maior fonte de procrastinação -, adoro seguir canais de vlogs e canais aesthetically pleasing (Will Darbyshire!!!!!!!). E descobri recentemente um que não se enquadra em nenhuma das duas categorias que referi mas que achei espectacular e por isso mesmo decidi partilhar!

Chama-se CUT e tem um sistema relativamente parecido com BuzzFeed mas mil vezes melhor. Está bem estruturado e tem uma estética minimalista e sem muita cor, fazendo com que não nos distraiamos, algo que me agrada logo! E claro, tem excelente conteúdo.

Os meus vídeos favoritos - e que fizeram com que descobrisse o canal - são sem dúvida as séries de Line Up e Truth or Drink.



A primeira consiste em basicamente uma pessoa, de entre um grupo de outras que desconhece, dizer quem associa às mais diversas coisas, desde adivinhar a orientação sexual de cada pessoa, religião, associar cães a donos, quem tem registo criminal... Não há mesmo limite e acho fantástico! Prova-nos, vídeo após vídeo, que seguir estereótipos não nos dá dados suficientes para assumir seja o que for e cada vez acho mais importante mostrar isso à nossa sociedade. As pessoas são como são e não têm de se moldar de acordo com o estereótipo que determinada característica lhe está associada. É um grande reality check tanto para os que vêem como para os que têm de escolher de entre o grupo de desconhecidos.



Já o Truth or Drink, é mais leve mas mega engraçado - embora acreditem que há momentos mais sérios em que tende a cair pelo menos uma lágrima. Consiste num jogo normalmente entre duas pessoas - casais, ex's, pais e filhos, irmãos, melhores amigos, colegas de casa, etc - em que, de modo rotativo, uma das pessoas tira um cartão com uma questão e a outra pessoa ou responde ou bebe.



Por fim, temos uma série que não vejo tanto mas que também considero que merece menção, chama-se 100 People Tell Us (...). O título é bastante self-explanatory, vídeos que consistem num grupo de 100 pessoas dizerem as mais variadas coisas, dependendo do tema do mesmo. Há alguns tão simples como a última pesquisa no histórico do telemóvel, mas também existem tópicos mais deep como "o que mudariam nelas" (vídeo acima).


Já conheciam o canal? Também utilizam o youtube como lugar de procrastinação?