02/07/2018

Personal | NODUS TOLLENS


Os últimos seis meses da minha vida foram possivelmente os mais marcantes até hoje. Sinto que cresci imenso como ser humano, enfrentei situações que há uns meses teriam parecido impossíveis - o que me deu um estranho adulting feeling -, contudo também tive dificuldade em lidar com situações que nunca pensei questionar sequer.
A verdade é que cheguei a junho e senti-me perdida em mim mesma - ainda sinto. Tanto tinha mudado em mim e no que me rodeava mas ao mesmo tempo tanto permanecia igual e parte desse tanto já não me pertencia, não fazia sentido.
Desde setembro, com a entrada na faculdade, conheci imensas pessoas vindas de todos os cantos do país e até do mundo, com backgrounds e perspetivas sobre a vida que não podiam ser mais distintas das minhas como também encontrei pessoas parecidas comigo. Todas me ajudaram a ver o mundo de outra maneira, facto que me ajudou a perceber aquilo que não queria na minha vida e para a minha vida. 
Apesar dos 1001 benefícios que esta journey de auto descoberta me trouxe, não posso deixar de mencionar o quão heartbreaking é perceberem que pessoas que fizeram tanto sentido na vossa vida simplesmente já não fazem. Acredito que tal se deve tanto a se encontrarem em fases diferentes da vida com prioridades diferentes, como também ao facto de que, a cada dia que passa, eu ter uma hierarquia de valores cada vez mais sólida. Coisas que me passavam ao lado ou suportava há um ano, hoje faço questão de, definitivamente, não ter na minha vida.
Portanto sinto que este nodus tollens faz parte desta auto descoberta e, honestamente, não poderia estar mais entusiasmada pelo agora e o que vem a seguir (whatever that may be).

01/07/2018

Happy to be back

Após um semestre esgotante e mega desafiante, aqui estou eu outra vez com tempo para vos falar sobre os mais variados assuntos que me preenchem o coração.

Brace yourselves!

25/03/2018

5 COISAS | I'm loving at the moment


Março marcou o verdadeiro início do 2º semestre - com testes e o começo das sessões de estudo intensivas . E, como já é habitual, estive com um mood super produtivo e organizado (most of the times). Com uma Inês hiper produtiva e positiva vêm também novos hábitos e obsessões que gostava de partilhar convosco por duas razões: 1. algumas delas nunca diria que se tornariam obsessões; 2. talvez também vos pegue o meu mood.



Se tinha uma grande dificuldade em tomar o pequeno-almoço às oito da manhã antes da faculdade, imagem agora - que entro a essa hora - tomar às sete. Encontrar algo que me enchesse o suficiente para ser capaz de fazer a viagem até à faculdade e que me fizesse conseguir ultrapassar a primeira aula sem estar cheia de fome foi um derradeiro desafio (a minha mãe que o diga).
Acabei por encontrar o equilíbrio perfeito no chá de frutos vermelhos (acompanhado por uma torrada) e tem sido o meu pequeno-almoço desde meio do semestre passado. Honestamente não sei como não pensei nisto antes uma vez que adoro tudo o que tenha frutos vermelhos.



Not too long ago, não tinha nada amarelo no meu armário. Achava que não era a minha cara e durante muito tempo não arrisquei. Até que em setembro apaixonei-me por um casaco da Zara em amarelo mostarda, mas parte de mim não queria arriscar e estava a pensar em levar o azul. Na altura acabei por não levar nenhum e pouco tempo depois - no meu aniversário, no final do mesmo mês - a minha mãe deu-mo.
A partir daí, mostarda e amarelo torrado tornaram-se na minha obsessão, tanto que já comprei mais peças dentro dos mesmo tons. Adoro conjugar estas cores principalmente com preto, nunca falha.



Já tinha ouvido falar muito deste livro e finalmente arranjei tempo para o ler! Embora não seja, de todo, uma realidade que eu própria viva, acho que principalmente por ser uma história real todos deveríamos ler o "Filhos da Droga". Choca - e muito -, mas é a realidade. Não a minha e se calhar também não a vossa, porém, a de muitos alguém, e considero de extrema importância estar aware disso. Para uma review detalhada, aconselho-vos a da Inês do ninety (HERE).



Numa linha de recomendações, este mês comecei também a ouvir podcasts, mais precisamente o "Ladies Who Lunch", que trata dos mais variados assuntos. Tanto a Ingrid como a Cat são duas pessoas com linhas de pensamento e valores semelhantes aos meus, portanto adoro ouvi-las falar e recomendo imenso! Ótimo para viagens de carro/autocarro/metro ou até mesmo para estudar (pode parecer estranho, mas comigo funciona).
A amiga que me recomendou, Margarida, também falou deste podcast em específico no seu blog (HERE). Podem ouvi-lo tanto no iTunes como na app do Soundcloud.



Até entrar para a faculdade era super contra calendários do telemóvel. Não combinavam comigo e muito menos funcionavam. Agora penso que tal se devia ao facto de não poder utilizar o telemóvel dentro da sala de aula. Contudo, com a entrada para a faculdade isso mudou e a minha abordagem perante o calendário do telemóvel também.
1º, adoro o facto de literalmente o levar comigo para todo o lado sem ter de pensar nisso e também conseguir sincronizá-lo com o calendário do computador; 2º, quem é que nunca apontou uma coisa na agenda física e acabou por não se lembrar mais dela? Bem, a mim acontecia-me mais vezes do que desejaria. Agora posso pôr lembretes para literalmente tudo, o que tendo em conta a minha péssima short-term memory é para mim a melhor invenção de sempre.
Portanto, basicamente, estou mais que rendida a esta tecnologia e uso-a para apontar tudo. E um bónus: faz com que me sinta mega organizada quando olho para ele todo preenchido.
*A app que uso é a "Google Calendar", simples mas eficaz

Também têm obsessões recentes? Partilham alguma das que mencionei?