Após um semestre esgotante e mega desafiante, aqui estou eu outra vez com tempo para vos falar sobre os mais variados assuntos que me preenchem o coração.
Brace yourselves!
01/07/2018
25/03/2018
5 COISAS | I'm loving at the moment
Março marcou o verdadeiro início do 2º semestre - com testes e o começo das sessões de estudo intensivas . E, como já é habitual, estive com um mood super produtivo e organizado (most of the times). Com uma Inês hiper produtiva e positiva vêm também novos hábitos e obsessões que gostava de partilhar convosco por duas razões: 1. algumas delas nunca diria que se tornariam obsessões; 2. talvez também vos pegue o meu mood.
Se tinha uma grande dificuldade em tomar o pequeno-almoço às oito da manhã antes da faculdade, imagem agora - que entro a essa hora - tomar às sete. Encontrar algo que me enchesse o suficiente para ser capaz de fazer a viagem até à faculdade e que me fizesse conseguir ultrapassar a primeira aula sem estar cheia de fome foi um derradeiro desafio (a minha mãe que o diga).
Acabei por encontrar o equilíbrio perfeito no chá de frutos vermelhos (acompanhado por uma torrada) e tem sido o meu pequeno-almoço desde meio do semestre passado. Honestamente não sei como não pensei nisto antes uma vez que adoro tudo o que tenha frutos vermelhos.
Not too long ago, não tinha nada amarelo no meu armário. Achava que não era a minha cara e durante muito tempo não arrisquei. Até que em setembro apaixonei-me por um casaco da Zara em amarelo mostarda, mas parte de mim não queria arriscar e estava a pensar em levar o azul. Na altura acabei por não levar nenhum e pouco tempo depois - no meu aniversário, no final do mesmo mês - a minha mãe deu-mo.
A partir daí, mostarda e amarelo torrado tornaram-se na minha obsessão, tanto que já comprei mais peças dentro dos mesmo tons. Adoro conjugar estas cores principalmente com preto, nunca falha.
Já tinha ouvido falar muito deste livro e finalmente arranjei tempo para o ler! Embora não seja, de todo, uma realidade que eu própria viva, acho que principalmente por ser uma história real todos deveríamos ler o "Filhos da Droga". Choca - e muito -, mas é a realidade. Não a minha e se calhar também não a vossa, porém, a de muitos alguém, e considero de extrema importância estar aware disso. Para uma review detalhada, aconselho-vos a da Inês do ninety (HERE).
Numa linha de recomendações, este mês comecei também a ouvir podcasts, mais precisamente o "Ladies Who Lunch", que trata dos mais variados assuntos. Tanto a Ingrid como a Cat são duas pessoas com linhas de pensamento e valores semelhantes aos meus, portanto adoro ouvi-las falar e recomendo imenso! Ótimo para viagens de carro/autocarro/metro ou até mesmo para estudar (pode parecer estranho, mas comigo funciona).
A amiga que me recomendou, Margarida, também falou deste podcast em específico no seu blog (HERE). Podem ouvi-lo tanto no iTunes como na app do Soundcloud.
Até entrar para a faculdade era super contra calendários do telemóvel. Não combinavam comigo e muito menos funcionavam. Agora penso que tal se devia ao facto de não poder utilizar o telemóvel dentro da sala de aula. Contudo, com a entrada para a faculdade isso mudou e a minha abordagem perante o calendário do telemóvel também.
1º, adoro o facto de literalmente o levar comigo para todo o lado sem ter de pensar nisso e também conseguir sincronizá-lo com o calendário do computador; 2º, quem é que nunca apontou uma coisa na agenda física e acabou por não se lembrar mais dela? Bem, a mim acontecia-me mais vezes do que desejaria. Agora posso pôr lembretes para literalmente tudo, o que tendo em conta a minha péssima short-term memory é para mim a melhor invenção de sempre.
Portanto, basicamente, estou mais que rendida a esta tecnologia e uso-a para apontar tudo. E um bónus: faz com que me sinta mega organizada quando olho para ele todo preenchido.
*A app que uso é a "Google Calendar", simples mas eficaz
Também têm obsessões recentes? Partilham alguma das que mencionei?
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18/03/2018
BLOGOSFERA | Q&A (respostas)
Passadas quase três semanas muito atribuladas
e preenchidas de imprevistos, consegui, finalmente, arranjar um tempinho para
responder às perguntas que me fizeram (agradeço desde já à Simply S., à luísa,
à Mary e à Mó).
#1 - O que estás a estudar? Estás a gostar?
Estou neste momento no 1º ano da licenciatura em Gestão na Nova SBE (ou
Faculdade de Economia da UNL). Embora seja (muito) trabalhoso, é ao mesmo tempo
super desafiante, portanto sim, estou a adorar!
#2 - Qual o teu género
de música de eleição?
Indie Rock/ rock alternativo. Se também
gostarem deste tipo de música aconselho-vos a passarem pelo meu Spotify (HERE),
onde tenho imensaaas playlists para todos os moods (shameless self-promo).
#3 - Tens algum destino
de viagem de sonho?
Tantooos. Assim de repente lembro-me da Islândia, pelas auroras boreais e,
obviamente, os vulcões; Bali, que quero visitar numa altura da minha vida em
que sinta que preciso de um retiro espiritual; Budapeste, pela arquitetura que
me cativa imenso e o ambiente gloomy.
#4 - Se tivesses apenas 48h de vida, como ocuparias o teu tempo?
Todos os dias eu faço por aproveitar a minha
vida, não como se fosse o meu último dia, mas quase. Digo sempre às pessoas de
quem gosto que gosto delas, que é das coisas mais importantes para mim, e
organizo-me para lhes dar parte do meu tempo. Por isso acho que a única coisa a
mais que faria caso tivesse apenas 48 horas de vida seria relembrar mais uma
vez as pessoas de quem gosto que são importantes na minha vida e viver a vida
um bocadinho mais on edge: cumprir os
meus desejos mais radicais como saltar de pára-quedas e viver um mais
sem pensar tanto nas consequências.
#5 - Onde te imaginas daqui a 10 anos e a fazer o quê?
Daqui a 10 anos terei 28 anos, portanto
espero já viver na minha própria casa, talvez com alguém e a minha gata (se
ainda existir) ou um cão. Em termos de constituição de família, é muito pouco
provável que já tenha começado, mas pretendo fazê-lo. No que toca à vida
profissional não consigo dar uma resposta, espero que esteja na minha área de
interesse (whatever that means), mas
como gestão é uma área mega abrangente e estou no primeiro ano, ainda não consegui
ter experiência suficiente para perceber aquilo que quero experimentar e aquilo
que definitivamente não quero fazer.
#6 - Porquê este nome para o blog?
É uma referência a uma música do Adam Levine
com o mesmo nome que eu adoro. Por um lado, porque na altura em que criei um
blog me sentia um bocado assim - e acho que todos naquela idade sentimos -, perdida e sem saber bem qual o próximo passo a tomar.
Por outro lado, achei bastante curioso o
facto de ele dizer ”God, tell us the reason youth is wasted on the young”. Pergunta-se
por que razão é a juventude, como muitos concordarão, um dos melhores períodos
da nossa vida (não temos muitas responsabilidades mas começamos a ganhar
liberdade), gasta nos jovens. Jovens estes que nem se apercebem do quão valioso
é esse período sem ser mais tarde. Nunca tinha pensada nisso dessa maneira e na
altura que a ouvi marcou-me, daí ter achado perfeita para o nome do blog.
#7 - O que te levou a criares o blog?
Vim parar ao mundo da blogosfera
relativamente cedo, com 12 anos. Na altura usei o blog que tinha como um
refúgio (era também um período da blogosfera completamente diferente). Desde aí
nunca mais me afastei deste mundo por muito tempo, embora as minhas motivações fossem sendo
outras. Desta vez, já no quarto blog, acho que o criei porque há duas coisas
que eu adoro: escrever sobre coisas que me apaixonam e comunicar com os outros.
Razão que acredito ser comum entre a maior parte das bloggers.
#8 - O que o blog trouxe de bom à tua vida?
À vontade a escrever, especialmente sob pressão e com melhor capacidade de
argumentação. Também conhecimento acerca de outros pontos de vista sobre os
mesmos assuntos ou até mesmo sobre tópicos a que nunca tinha dado do meu tempo no
que toca à sua reflexão, o que me ajudou a tornar numa pessoa menos judgemental e mais accepting of others.
Espero mesmo que tenham gostado e que assim possam ter ficado a saber um pouco mais sobre mim! Algum facto em comum?
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