14/02/2016

Séries | The Good Wife


Quando o escândalo político do seu marido explode e este é preso, Alicia vê-se sozinha, sem sítio para ir e sem saber o que fazer, o que a deixa apenas com uma opção: abandonar a vida de house wife e voltar ao mercado de trabalho. Acaba por ficar como associada de primeiro ano na Lockhart/Gardner, onde um antigo colega de faculdade é um dos dois sócio principais, Will Gardner.
Em The Good Wife vemos o começo de uma nova jornada da vida de Alicia, que tenta a todo o custo construir a nova vida como advogada após 13 anos sem praticar, enquanto tenta conciliar com a vida familiar que se desmoronou.
Ao longo das temporadas podemos ver o notável crescimento de Alicia tanto como pessoa como profissional através do modo como decide passar a lidar com determinadas situações.

Estou agora no início da sexta temporada e estou completamente viciada!

09/02/2016

Ponte 25 de Abril


Quando era mais nova a minha vida resumia-se ao tempo que passava com os meus pais e ao tempo de passava com os meus avós, e tanto a ponte Vasco da Gama como a 25 de Abril, respectivamente, avivam as memórias desses tempos.

A ponte 25 de Abril transporta-me para os tempos de animação e extrema agitação das regatas, dos passeios à beira mar, da felicidade de uma criança de oito anos para quem os sonhos são todos possíveis e não têm limites. 
Lembra-me também das tardes de verão e inverno em que aquilo por que mais ansiava era dar de comer aos peixes no Aquário Vasco da Gama com o meu irmão, e ainda hoje não consigo perceber como é que algo tão simples nos fazia tão felizes.

Ontem foi um dia nostálgico.







*Fotos da minha autoria, não utilizar sem autorização

05/02/2016

People grow


Até há cerca de um ano acreditava que as pessoas não mudavam, os amigos que tinha naquela altura iriam permanecer tal como os conhecia e, portanto, iríamos dar-nos uns com os outros até sermos velhinhos. No entanto fui chegando à conclusão de que as coisas não são assim tão lineares quando fomos para o secundários e seguimos caminhos diferentes.

Com o passar do tempo vivemos novas experiências, conhecemos novas pessoas, e tudo à nossa volta acaba sempre por nos influenciar de alguma maneira, nem que seja apenas um bocadinho. Isto faz com que cresçamos, possamos passar a ver determinados assuntos de maneira diferente, deixemos de gostar de coisas que outrora adorávamos, e que descubramos novas paixões. Evoluímos, crescemos, não permanecemos iguais, como seria de esperar.

E se por um lado é óptimo sentirmos que estamos a evoluir como pessoas a cada dia que passa, por outro é possível esquecermo-nos com facilidade de que os nossos amigos, aqueles com que sonhávamos manter contacto até que assim não fosse possível, também passam por este processo, e, infelizmente, por vezes ou deixamos de nos identificar com a pessoa em que se tornaram, ou simplesmente se perde o contacto, etc.

Quando isto acontece eu fico triste, obviamente, contudo também sei que é normal, e muitas vezes prefiro guardar as boas memórias que tenho com essa pessoa e seguir em frente do que "deixar as coisas morrer", acabar com discussões feias e ficar com estes últimos momentos na minha memória.

Resumindo, as pessoas crescem, e por vezes as mudanças não são conciliáveis. Embora me deixe super triste, é também preciso ver que é a vida e que quer queiramos quer não, é praticamente impossível, para não ser radical e dizer mesmo que é impossível, mantermos contacto com todas as pessoas que conhecemos ao longo da nossa vida. People come and go, and that's okay.